Entenda a Cólica do bebê

Quando falamos de bebê chorando e cólica só quem já passou por isso ou ainda está passando, sabe qual o sentimento de não conseguir solucionar um choro. Realmente causa um estresse alto que pode prejudicar a harmonia da família. Estamos falando então de uma situação que envolve não apenas a barriga do bebê, mas também o fator social e emocional dos pais, e a solução deve envolver todas essas áreas.

 


Antes de tudo vou falar uma coisa muito importante: 

 

A cólica no bebê é um fenômeno natural e não é uma doença.

 

 

Introdução – Resumão

 

A cólica faz parte do nosso desenvolvimento, assim como cair faz parte do nosso desenvolvimento para andar, a cólica faz parte do desenvolvimento do trato digestivo e cada ser (único que somos) vai apresentar um grau de intensidade diferente. 

 

Cerca de 10 a 30% das crianças vão ter o quadro “clássico” de cólica (independente se menino ou menina) com “AQUELEchoro excessivo que “desestabiliza qualquer estrutura”, e ainda assim é natural.  

 

Apesar de existirem diversas técnicas, terapias e remédios para esse quadro, nenhum é 100% eficaz como uma “receita de bolo” (inclusive os remédios industrializados). Por isso, o melhor caminho é ir praticando os recursos conforme vai acontecendo, já que não prejudicam o bebê, e muitos deles vão melhorar a dor, o choro e a relação de afeto com esse “ser” novo dentro de casa. 

 

A melhor parte dessa história toda é que apenas 5% dos casos que procuram ajuda médica por conta do “choro excessivo” tem alguma doença ou alteração, e se o choro realmente for devido a cólica, ela não faz mal nenhum ao bebê, é natural do desenvolvimento e por volta dos 3 meses de idade vai parar de ser tão frequente, mesmo se nada for feito (ou seja, o tratamento da cólica é espontâneo e auto-limitado). 

 

Acreditamos muito que a orientação e o conhecimento sobre nossa saúde e nosso corpo é o que faz a diferença, não queremos substituir o pediatra, mas preparar para uma consulta! 

 

Vamos nesse post orientar como identificar o choro da cólica, o que pode causar, prevenir e 9 recursos não medicamentosos que vão te ajudar no manejo da cólica. 

Renata Guerra e Samira no colo de bruços tratamento de cólica

A dor tipo “cólica” na barriga é causada pela distensão do trato gastrointestinal, ou seja, o estômago e o intestino ficam estufados com os gases dentro deles, o que gera uma dor tipo “pontada” na barriga, súbita ( de uma hora pra outra), intensa e intermitente ( vai e volta)… 

Acredito que todos que estão lendo já tiveram diarréia e sabem bem como é a dor de barriga e é justamente esse tipo de dor. ( Essa é pros goianos entenderem, são as famosas: “coxadas na barriga “)

O nosso “trato gastrointestinal” é extremamente complexo e quanto mais estudamos sobre, mais descobrimos que sabemos pouco dele e por isso já é considerado o 2º cérebro do corpo, então pensa só o que é desenvolver esse sistema tão importante e elaborado para um “ser” que nunca havia colocado nada pra digerir na boca.

 

 Além de toda essa complexidade própria , o trato gastrointestinal conta com a ajuda de bactérias “boas” para melhorar o processo da digestão, promover imunidade, entre outras coisas importantes, e nem essas bactérias a gente tem quando nascemos… é adquirida com o tempo conforme o bebê vai mamando e tendo contato com outras coisas na boca.( coisas que só a natureza pode ser tão perfeita)

 

Então se somarmos as causas do próprio corpo, temos

 

  • Processo químico da digestão ainda em formação, (enzimas e etc)
  • o trato gastro-intestinal ainda está aprendendo a fazer os movimentos pra empurrar o alimento e gases “pra baixo” (peristaltismo) 
  • o bebê está aprendendo a identificar as sensações na barriga 
  • produção de gases aumentada por conta de tudo ainda estar em formação.

temos motivos o suficiente pra ter dor na barriga, motivos pra entender que são causas naturais, que são múltiplas e ainda estamos descobrindo muito sobre. 

Somando à essas causas próprias do corpo, temos também os fatores externos e sociais, como por exemplo hábitos de vida da família, alimentação do bebê e da mãe e outros fatores que podem influenciar (apesar das pesquisas serem muito pouco conclusivas e controversas à respeito disso).

O bebê chora porque é um dos meios de comunicação que ele sabe usar, mas ele usa o choro pra muitas coisas, então o primeiro passo é tentar entender o que está acontecendo.

Pra uma comunicação ser boa é importante a boa interpretação. Pra isso precisamos de algo muito importante que depende dos pais e dos próximos: 

 

A Calma. 

 

 

Eu sei, é muito difícil manter a calma quando temos um filhotinho desesperado, mas eles são muito novos e não sabem lidar com as emoções, e nós precisamos praticar o controle da calma pra poder observar direitinho, entender o que realmente está acontecendo, transmitir essa tranquilidade pro bebê e poder solucionar o choro.

 

Sempre que o bebê chorar é importante se certificar dos motivos cotidianos: vontade de mamar, fralda suja, temperatura ( roupa quente ou frio), vontade de arrotar, colo, etc… 

Feito esse “check” temos algumas “estratégias” para identificar se o choro se refere de fato à cólica. 

Se:

  • Choro estridente e vigoroso de início súbito ( Choro forte de uma hora pra outra )
  • O Bebê fica com o rostinho bem vermelho enquanto chora.
  • Parece que está fazendo força com o corpo todo 
  • Se encolhe e estica as pernas com bastante vigor
  • Mantém as mãos fechadinhas, como se estivesse fazendo força
  • Fica com as costas arqueada ( “enverga” as costas)
  • Principalmente no Horário entre 18h – 00h ( não é uma regra, é apenas mais comum nesse horário)

Se o choro tiver essas características podemos pensar que é cólica.

Há 50 anos atrás desenvolveram um critério para definir com mais certeza se realmente o choro se tratava de cólica para selecionar pacientes pra um estudo e até hoje é a mais utilizada.

 

É a famosa “regra dos 3” ( Tecnica de Wessel)

 

  • Criério: Avalie se o bebê chora incontrolavelmente por 3 horas, 3 vezes por semana e pelo menos 3 semanas seguidas.

Ok! Se preencheu esses itens do critério de Wessel, provavelmente é cólica e se caracteriza como “choro excessivo”… mas, se não preencher? Pode ser cólica mesmo assim, caso a dor do bebê estiver com as características citadas antes dos critérios de Wessel –

Em termos técnicos, esses critérios de Wessel ( regra dos 3) tem uma boa especificidade, mas baixa sensibilidade.

 

 

Então, temos que fazer exame de imagem pra ter certeza (raio-x, ultrassom, endoscopia, etc..) ?

 

Não! 

 

Não é indicado nenhum exame para confirmar que é cólica, o diagnóstico é “Clínico”, ou seja, o diagnóstico é feito juntando a história do choro e do exame físico (Apalpar a barriga, e etc). Existem alguns exames para outros diagnósticos que podem ser feito para identificar a causa do “choro excessivo”, porém são em pouquíssimos casos que é necessário investigar e a queixa geralmente vem somada de outras situações ( alteração das fezes, perda de peso, febre, e etc)

Vamos então falar de fatores externos que podem influenciar na cólica. Existem alguns fatores que já são bem estabelecidos e outros nem tanto. Desses fatores o mais curioso é ver que aspectos sociais estão envolvidos.

 

Fatores bem estabelecidos:

 

  • O tipo de leite oferecido ao bebê. A troca do aleitamento materno por alguma fórmula ( substituir apenas com acompanhamento e indicação do pediatra) pode agravar consideravelmente as cólicas. Há estudos que dizem que pode apresentar o dobro de queixa de cólica quando trocado o aleitamento materno exclusivo, dependendo do tipo de leite utilizado.
  • Quando a mãe é fumante ou o bebê fica exposto no mesmo ambiente que a fumaça de tabaco. (vamos combinar que o tabaco é um grande vilão pra tudo)
  • Pouca orientação dos pais quanto ao quadro da cólica.

Fatores que podem influenciar, mas com estudos conflitantes:

  • Mãe ingerir alimentos alérgenos e outros tipos como: ovos, trigo, frutas secas, cebola, chocolate, repolho, couve-flor, café, carne vermelha, entre outros…
  • Relacionamento entre pai e mãe conturbado.
  • Mãe consumir leite de vaca ( há uma situação específica que realmente piora, que é a  Alergia ao leite de vaca “APLV “,  porém é raro)
  • entre outros fatores…

Estudos apontam que apenas 5% dos quadros de choro excessivo  nessa idade que procuram ajuda médica tem alguma doença relacionada, e quando analisadas, o “choro” vem associado com outros sinais como: perda de peso, alteração do xixi ou do cocô, febre, etc… 

 

Levando em consideração que esse choro realmente é Cólica, podemos afirmar que uma das maiores gravidades desse fenômeno é da parte social

Fatores sociais que podem ser prejudicados:

  • Conflito no relacionamento dos pais.
  • Pode atrapalhar no cuidado do outro filho ou dependentes, por demandar muita atenção.
  • Mudança da rotina da casa em relação à alimentação e sono
  • Desconfiança se o leite materno exclusivo é suficiente
  • Relação com a vó e vizinha que quer dar chá e fala que seu leite é fraco (esse item eu puis por minha conta, NUNCA dê chá ou qualquer outro alimento/bebida pro seu bebê abaixo dos 6 meses sem orientação MÉDICA. Seu leite é maravilhoso e abundante!)
  • entre outros…
 

Raciocinando pra tratar: A dor é causada pelo estufamento dos gases dentro do trato gastrointestinal, e que esses gases surgem de uma forma natural, não há muito o que fazer para evitar esse fenômeno natural (se não tiver alguma causa externa). Essa dor intensa além de atrapalhar o bebê atrapalha o convívio social da família e um ambiente social conturbado pode atrapalhar no choro e na dor do bebê. Então temos um círculo vicioso e pra tratar temos que ir pelos dois lados!

 

Pra tratar a dor precisamos evitar e alterar fatores externos ( que são poucos, e pouco conhecidos) e retirar os gases de dentro do trato gastrointestinal.

Sobre os fatores externos:

 é aconselhado pelos pediatras a retirar os alimentos alérgenos ( ovo, trigo, leite de vaca..) da mãe por 7 dias, observar se reduz a cólica do bebê, e retornar após os 7 dias a ingerir novamente, observando se muda algo significantemente. Na boa? Não surte. É apenas um teste, e faça se possível.

Sobre retirar os gases: em poucas palavras, Eructação e flatulência.  Ahn? “arroto e Pum”. Ah, ta! 

 

E quanto ao fator social e orientação familiar? se você chegou a ler até aqui: Parabéns! você já começou se orientando! Primeiro bom passo para melhorar esse fator.

Se necessário procure ajuda de psicólogo e/ou terapeuta, é muito importante!

 

Vamos então falar alguns recursos não medicamentosos para tratar esse fenômeno, e que são justamente os mais efetivos, pois atuam tanto na barriga, quanto no estímulo de desenvolvimento da criança, na relação afetiva da família com o bebê e são seguros . Todos os outros como simeticona, label, e etc não tem nenhuma comprovação consistente de que são efetivos para a cólica e podem ser prejudiciais . A maioria dos estudos apontam que esses medicamentos apenas acalmam os pais como um efeito placebo calmante, mas com pouco resultado positivo para os filhos. 

Ver tópico: Tratamento medicamentoso.

 

9 maneiras de aliviar a cólica

 

Recursos não farmacológicos:

1 – Cuidar do Ambiente

Coloque uma música calma, cante, converse com seu bebê, diminua as luzes fortes, afaste ( com jeitinho) quem fica estressado com o choro e te estressa junto, deixe o bebê um pouco com quem pode te ajudar e tome um banho, respire… essas ajudas de colo externas ( vó, vô, tio, e etc) são muito importantes e não quer dizer “fraqueza”.

 

2 – Amamentação!

Se existe um remédio natural e melhor que amamentar, estamos ainda para descobrir. Não é sempre que funciona, pois o bebê pode ter acabado de mamar e não quer mais, mas é sempre bom testar.

Como funciona:  O leite materno promove a liberação e oferece alguns hormônios e um deles é a melatonina, um hormônio excelente para o bebê que é produzido no leite principalmente à noite e o acalma. o ato de mamar ajuda no movimento do intestino, estimula o contato da mãe com o filhote e é muito confortante para o filho para o alívio da dor. 

 

Como fazer: Bom… não vou explicar nesse post, é um tema longo. Caso tenha dúvida, sugiro procurar uma Consultora de amamentação (muito importante e bacana). Amamentar não deve causar dor, desconforto, lesões no mamilo, e etc.. caso isso aconteça: Procure ajuda de especialista! (Não é a vó, a tia, a sobrinha, a vizinha que teve 5 filhos, o médico impaciente, a enfermeira impaciente, e etc… é de ESPECIALISTA)

 

3- Colocar o bebê de bruços no braço

Renata Guerra e Samira no colo de bruços tratamento de cólica
Re Guerra e Samira de bruços

Como funciona: Puxa a linha de raciocínio comigo, a barriga no seu braço fica “pressionando” os gases, forçando a sair pra algum lugar, e esse lugar de saída agora está virado pra cima!

A criança ao fazer força nas costas pra se manter nessa posição também ajuda a eliminar. 

Como fazer: Deixe o bebê virado de barriga pra baixo, apoiado no seu antebraço e com a sua mão segurando o quadril do bebê.

4- COMPRESSA MORNA NA BARRIGA 

Samira Guerra com compressa morna de ervas para tratar cólica
Samira com a compressa morna de ervas.

Como funciona: A compressa morna ajuda a relaxar os músculos e os vasos sangúineos do abdome todo, incluindo intestinal, aliviando um pouco a pressão dos gases, com isso diminui a dor  do bebê e fica muito mais calmo, pronto pra focar a energia para liberá-los

 

Como fazer: Pode ser feita de diversas maneiras, a mais clássica é aquecer uma toalhinha com o ferro de passar roupa, conferir se a temperatura está apenas morna ( é bom testar no seu rosto ou na sua própria barriga por alguns segundos) e colocar no abdome dele. Para a Samira ganhamos (baita amigos) uma compressa de ervas sensacional, ela é aquecida por 30 segundos no microondas e além de esquentar libera um aroma que participa do tratamento (aromaterapia).

5- Barriga com barriga

Samira com cólica recebendo compressa quente barriga com barriga
Rafa e Samira – Compressa barriga com barriga.

Como funciona: Essa técnica mistura as vantagens da posição do bebê, da compressa morna e do contato da pele ( que não tem preço).

 

Como fazer: Muito simples. Deite em uma superfície confortável, se o clima permitir deixe as duas barrigas sem roupa e coloque seu filhote deitado de barriga sobre a sua. Pronto! 

 

6- Banho com ervas 

Chá de Camomila para tratar cólica
Preparando o chá de camomila para banho

No final da tarde enquanto prepara pra dormir ou próximo do horário de maior crise de choro, é possível dar um “banho de spa” utilizando ervas como Camomila ou Alfazema.

 Como funciona: Ele ajuda a acalmar o bebê por ser morno, é aromaterapia, ajuda no relaxamento abdominal, sem contar que é uma delícia esse momento

Como fazer: Ferva uma chaleira, desligue o fogo assim que ferver, adicione um punhado de erva de Camomila ou alfazema,  espere decantar com um prato tampando (infusão) e despeje com coador na banheira de banho que já está preparada com água morna. Cheque a temperatura da água e aproveite!

Deixe o ambiente do banheiro com pouca luz e oriento colocar uma música calma ou cantar.

Não é recomendado o uso do sabonete por se tratar do segundo banho do dia pois pode prejudicar a  saúde da pele.

7- Movimentos de “bicicletinha” com as pernas

Samira recebendo a massagem tipo
Estique uma perna e dobre a outra
Renata Guerra fazendo a massagem tipo
Dobre as duas pernas pressionando a barriga.
Samira recebendo a massagem tipo
Estique a outra perna e dobre a outra

Como Isso ajuda: As pernas fazem pressão na barriga e movimentam os quadris, com isso ajuda a mexer as alças intestinais, fazendo os gases encontrarem a saída e os quadris ficam bem posicionados pra isso.

Como fazer:  Deixe o bebê deitado em alguma superfície (pode ser nas suas pernas) e simule o movimento de pedalar com as pernas, mexendo todo o quadril.

Pode fazer dobrando as duas pernas ao mesmo tempo também, pressionando contra a barriga e em seguida esticando as pernas.

 

8- Massagem abdominal

 

Como funciona: Ao pressionar a barriga em movimentos circulares, você ajuda a diminuir as dores, e a “espalhar os gases” para o caminho da saída.

Como fazer: Aqueça as mãos esfregando uma na outra e faça movimentos circulares pressionando o abdome do bebê. Pode utilizar óleos específicos para ficar mais aquecida a massagem e auxiliar como aromaterapia.

 

 

9- Massagem Shantala 

 

Essa massagem é mais uma jóia milenar da cultura indiana. Seu nome vem da palavra “Shanti” que em sânscrito significa “Paz”. 

Como funciona: Funciona como uma massagem para o corpo todo,  proporciona um vínculo efetivo enorme entre quem faz e o bebê, faz desenvolver melhor a sensibilidade e a noção do corpo do bebê, entre outros incontáveis benefícios.

Como fazer: no final da página deixei disponível um video instrutivo. O video é do canal do youtube Sikana Brasil. Um canal incrível com muito conteúdo relevante.


Existe centenas de técnicas e falaremos algumas nos próximos posts:

Aromaterapia, acupuntura, diversas posições, colar de âmbar, e etc.. Todos são válidos se orientar.

ATENÇÃO: PARA USO DE QUALQUER MEDICAMENTO É NECESSÁRIO A ORIENTAÇÃO E PRESCRIÇÃO MÉDICA.


Nenhum medicamento para cólica foi comprovado benefício na dor ou na eliminação dos gases e esse post não é dedicado à esse tipo de tratamento.


Falarei apenas dos Probióticos:

“A Organização Mundial de Saúde define probióticos como “organismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefícios à saúde do hospedeiro”.


Lembra no início do post que expliquei rapidamente como nossa digestão funciona? Os probióticos são bactérias boas (nesse caso os Lactobacillus reuterique nos auxiliam nesse processo todo. Sua eficácia não é instantânea, já que as bactérias precisam de tempo para colonizar o intestino e agir. Os estudos indicam que o uso de probiótico pode melhorar um pouco o choro do bebê, pouco conclusivo sobre sua real efetividade, por outro lado não identificou nenhum efeito negativo


Ou seja, aparentemente não é tão eficiente, porém não é danoso.

 

Quer algo mais eficiente? Vide tópico: Tratamento Não Farmacológico.

Massagem Shantala

Assista ao video após a leitura do post. 

Video do canal “Sikana Brasil” instruindo sobre a massagem milenar indiana Shantala.

Comentários finais

Agradecemos a leitura e esperamos de coração que esse post te ajude a entender melhor essa fase de desenvolvimento da familia. Cada fase, cada dia, cada oportunidade de aprendizado é único para vocês e para seu filho e a familia toda merece atenção e cuidado. 

 

Deixe seu comentário ou sugestões, assim nos sentimos mais motivados!

 

Agradecemos mais uma vez e volte sempre!

.- Familia Samira na Lua

 

algumas das referências para o post:

Familia Guerra Abreu - Samira Na Lua

Quem Somos

Somos uma família de viajantes em (des)construção, se encontrando num mundo sustentável e ecológico. Queremos compartilhar tudo que estamos aprendendo e vivenciando nessa nova fase da vida. Sempre tivemos um estilo de vida diferente do habitual e uma gestação inesperada que poderia ser o “fim das nossas aventuras” (como diziam) tornou nossas escolhas com ainda mais sentido.

 

Rafa Abreu é músico e médico por formação, trabalha em pronto socorro e viagens voluntárias desde 2016.
Renata Guerra é musica e modelo pelo mundo desde 2014, pelas agências Mega Modelo Brasil, MGM, The Lab, entre outras…
Samira é o resultado desse encontro.
Seja Bem Vindo

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1 comentário em “Entenda a Cólica do bebê”

  1. Amei esse post !

    Vou indicar para as minhas amigas que são vovós para ajudarem as filhas mamães de primeira viagem!

    Amo essa Família Samira na Lua!
    Tem mais Post?
    Aguardo
    Namaste
    Vovó Rita Kraide

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